quinta-feira, janeiro 21, 2010

ASSUMiTunes

E passou mais uma semana.
Agora que estou de regresso ao blog e que tenho, de novo, a obrigação de, pelo menos, manter a 'rubrica' ASSUMiTunes viva (uma vez que já me disseram que 'Só pela música vale a pena cá vir! xD'), vou dar conta do tempo a passar... O que é bom e mau... Mas... Adiante.

Mais Folk Metal para esta semana. Desta vez da Alemanha. No início vai parecer Lambada Metal. Mas não. É 'apenas' Folk Metal;)

EQUILIBRIUM!!!!!

Unbesiegt

'Schwarz die Nacht, die mich umgibt,
Die heulend an die Felsen bricht.
Sieh, wie ich dem Sturme trotz,
Werd Zeuge meiner Kraft!

Wo die andren niederknien,
Staub, Verachtung sich verdienen,
Stehe ich, komm sei mein Zeug:
Blutend, aber ungebeugt!

Nie werden sie mich brechen,
Niemals meinen Geist bestechen!
Nie werd ich mich verneigen,
Niemals ihnen Demut zeigen!
Nie sollen sie mich ergreifen,
Niemals meine Feste schleifen!
Sieh ich bin, komm sei mein Zeug',
Blutend, aber ungebeugt!

Viel gefochten, viel erlitten,
Jeden Atemzug erstritten.
Hart umkämpft, die Feste mein,
Die Kreise meiner Macht.

Einsam stehn die schwarzen Zinnen,
Trotzen aller Zeiten Wirren.
So auch ich, komm sei mein Zeug:
Blutend, aber ungebeugt!

Nie werden sie mich brechen,
Niemals meinen Geist bestechen!
Nie werd ich mich verneigen,
Niemals ihnen Demut zeigen!
Nie sollen sie mich ergreifen,
Niemals meine Feste schleifen!
Sieh ich bin, komm sei mein Zeug':
Blutend, aber ungebeugt!

Ich bin unbesiegt!
Ich bin unbesiegt!

Ich fürcht nicht glühend Eisen,
Noch fürcht ich Pein.
Ich bin mein eigen Heiland,
Werds immer sein.
Und wenn ich dir auch blutend zu Füßen lieg,
Weißt du genau: Ich bleibe unbesiegt!

Alles, was ich mir erstritten ...
meine Banner, himmelhoch ...
Auch wenn alle Mauern zittern ...
Bleib ich Herr auf meinem Thron,
Ja, für immer!

Viele sah ich nieder gehn,
Zuviele um je zu verstehen.
Doch habe ich nicht einen Tag auf diesem Pfad bereut.
Solln sie auf mich runtersehen,
Es schert mich nicht, ich bleibe stehen!
Auch du, mein Freund, ich bin dein Zeug, sei blutend, aber ungebeugt!'

terça-feira, janeiro 19, 2010

Bush hitleriano

É tão simples perceber porque em tantas manifestações se comparava W. Bush a Hitler. Tão fácil que nos passou despercebido!!!

Como foi possível a 'Blitzkrieg'? Fácil. Protegeu-se o Este com o pacto de não agressão celebrado com a U.R.S.S.. Assim, já era possível entrar com toda a força na Polónia. Com tanta força junta, claro que no tempo de um relâmpago se tomava conta da Polónia.

E o que é que W. Bush tem a ver com esta história? Tudo. Os generais americanos parecem ter saído da escola de guerra nazi.
'Bin Laden!! -> Vamos atacar o Afeganistão a bem do Mundo!'
'Armas de destruição maciça!! -> Vamos atacar o Iraque a bem no Mundo!'

Reparem agora: o que é que está entre esses dois países?
Pois... E nós ficamos a assistir...

domingo, janeiro 17, 2010

Novo teste

Estimados,

A todos os que vieram aqui à procura de um artigo com conteúdo, peço desculpa. Mas estou com um problema aqui e preciso de o identificar, uma vez que há várias entidades que trabalham na publicação e divulgação do blog.
Twitterfeed
BlogPress
Blogger

Um deles é culpado. E preciso de saber qual. E só com uns testesinhos destes:)

Cumprimentos,

sábado, janeiro 16, 2010

Mal-me-quer, bem-me-quer

Há algum tempo atrás fui convidado por um ilustre amigo (que ainda não vive na internet, motivo pelo qual não posso deixar aqui um link que vos ligue a ele) a escrever algo no âmbito da internet, nomeadamente, contestando, ou não, a tese de Andrew Keen no seu livro 'O Culto do Amadorismo'.

O texto será publicado em Fevereiro no primeiro número de uma revista da JSD que nasce com o contributo, entre outros, desse meu amigo Pedro Miranda.

Aqui seguem as letras com que contribuo para esse projecto. O título que dei a este artigo no blog corresponde ao título do artigo a ser publicado na revista. Sem mais delongas, aqui vai:

«Andrew Keen, no seu «O Culto do Amadorismo», vem alertar o Mundo para os problemas que estão a surgir como consequência do desenvolvimento da internet. Ou melhor, do desenvolvimento da possibilidade de qualquer ‘amador’ poder aceder à internet e publicar lá todos e quaisquer conteúdos sem haver uma prévia filtragem dos mesmos.
E pega, como estandarte da sua tese, em dois maus exemplos, no meu ponto de vista: a Wikipédia e os blogues.
Vamos à Wikipédia. Chamam-lhe ‘enciclopédia’. Não concordo. Em www.infopedia.pt, enciclopédia define-se como «1. obra de referência que inclui informação de fácil compreensão sobre todos os ramos do saber humano; (...) (Do gr. egkykliós paideía, «o conjunto das ciências»)».
Ora, a Wikipédia vai aumentando os seus conteúdos através da escrita de ilustres desconhecidos que vão dando achegas do que sabem acerca dos elementos a definir. Falta-lhe o carácter de ‘obra de referência’ enquanto escrita por técnicos de reconhecido mérito dentro da sua área. Portanto, eu que nada sei sobre fissão nuclear, mas que já ouvi dizer algumas coisas sobre o tema, posso perfeitamente ir lá colocar, como verdades absolutas, essas informações não confirmadas. Assim, partindo desta premissa - de que a Wikipédia dá conhecimento aos seus visitantes - parece que facilmente se percebe que esta ferramenta não é confiável. No entanto, Keen passa páginas e páginas a dizer o quão má ela é.
Por outro lado, quem entrar em www.infopedia.pt logo perceberá que é uma página na qual poderá confiar. Esta é uma página com dicionário e enciclopédia, ambos gratuitos como a Wikipédia, mas é um serviço gerido e fornecido por uma conhecida editora nacional. Sem a contribuição de ‘amadores’.
Será assim tão difícil, como Keen vaticina, descobrir em qual destes dois locais se encontrará informação mais fidedigna?... E não haverá assim tanta gente no Mundo com discernimento suficiente para fazer este distinguo?
No entanto, continua Keen a ter razão: a informação que é colocada numa grande maioria dos sítios da internet não é filtrada. De facto, hoje em dia qualquer pessoa publica qualquer coisa para todo o Mundo sem haver, como na indústria tradicional da publicação, uma filtragem do conteúdo e consequente selecção do que ‘merece’, ou não, ser publicado. Mas será isso um problema assim tão grave? Será grave eu agora ter acesso directo às preocupações dos iranianos vividas no último período pós-eleitoral? Será mau eu agora ter acesso a imagens sem edição captadas na Indonésia momentos após o tsunami de 2004? Será mau eu saber, quase no próprio momento em que se iniciou, que começou uma revolução num determinado país? Será assim tão mau eu receber estas informações todas directamente de anónimos que se encontram nos locais dos acontecimentos sem ser filtrada por jornalistas?
Eu confiaria mais na veracidade do trabalho jornalístico se não soubesse da existência de poderoso grupos económicos que estão por detrás, muitas das vezes a ditar orientações editoriais. Assim, Keen não me convence com o argumento de que a informação publicada deve ser, necessariamente, filtrada por profissionais da área. Pelo menos, nem toda. No caso de relatos factuais, não creio. Quanto aos artigos supostamente científicos da Wikipédia, nisso estamos de acordo. Não é uma ferramenta na qual possamos confiar.
Mas neste tempo em que se estimula o uso dos computadores (o aparecimento do Magalhães é o espelho disto) e, consequentemente, da internet, apenas há que continuar a educar e ensinar de forma a formar cidadãos inteligentes. E alguém inteligente e informado, saberá certamente que usando a internet, o filtro tem que ser ele próprio. Problema resolvido.
Agora os blogues. Keen ataca a sua capacidade de manter no anonimato (não rigorosamente no anonimato. Normalmente os bloggers assinam com nicknames, isto é, alcunhas que os identificam) autores que podem escrever tudo o que lhes apetecer sem consequências pelos danos que a sua escrita possa causar. Será assim, ou melhor, será que só agora com a internet é assim? Parece-me que não. Houve já - e por todo o Mundo - várias condenações de autores de blogues, nomeadamente, por crimes que atentavam à honra de determinadas pessoas. Mas o mesmo se passou já com ‘donos’ de colunas de opinião em jornais publicados segundo o ‘método tradicional’. Comportamentos violadores de direitos de terceiros serão sempre sancionados pela Lei. E a questão do anonimato? Poderá tornar mais difícil a investigação, mas a história mostra-nos que sempre se escreveu à sombra de pseudónimos. Este é um falso problema. Não é algo novo que surgiu com a internet, como Keen parece querer afirmar.
Um blogue é, na esmagadora maioria das vezes, um espaço de publicação de opiniões pessoais do(s) seu(s) autor(es). É do conhecimento comum. É a ‘coluna de opinião’ do ilustre desconhecido mas também de muitos autores conhecidos. Ao querer ver no blogue um perigo, Keen não está a querer alertar para nada. Cria, antes, um novo falso problema. Se eu quero saber o que X, Y ou Z escreve, vou ao seu blogue, Twitter, Facebook, etc.. Se não quero, não vou. Se acho que o seu comportamento não é correcto, posso dizer-lho. Ou se for criminoso, denunciá-lo. Ponto final.
No presente continuo a achar a internet uma ferramenta importantíssima, nomeadamente, de trabalho e ao nível de obtenção de conhecimento. Não só no acesso ao muito que por lá se escreve mas também pela possibilidade de comunicação gratuita e em tempo real com pessoas que vivem noutros contextos sócio-culturais completamente distintos do nosso. Aceder ao que um ilustre desconhecido escreve, vivendo num contexto completamente distinto do meu, é algo que considero importante, mas de que Keen não fala.
Com certeza que tem os seus riscos. Como tudo. E o da desinformação é um deles. Mas na minha óptica, mais preocupante serão ainda os riscos associados à criminalidade. E nesta área foram já identificados muitos riscos e a cada dia que passa mais ainda, tendo vários Estados feito já as suas ‘declarações de guerra’. A UE está atenta ao fenómeno. E Portugal, com a Lei do Cibercrime, Lei n.º 109/2009 de 15 de Setembro de 2009, veio transpor para a nossa ordem jurídica a Decisão Quadro n.º 2005/222/JAI, do Conselho, de 24 de Fevereiro, relativa a ataques contra sistemas de informação, e adaptar, assim, o direito interno à Convenção sobre Cibercrime do Conselho da Europa.
O alerta de Keen não trouxe nada que uma grande parte dos utilizadores ‘assíduos’ da internet já não se soubesse e outrossim os Estados. Talvez, também por isso, tenha gerado polémica.»

sexta-feira, janeiro 15, 2010

Teste

Quem anda no Twitter já está mais que habituado a ver um tweet a sair com a expressão 'teste'. Neste mundo da Internet em que se cria muita coisa sem disponibilizar manuais de instruções completos, aqui está um artigo que faz um tributo a esses tweets de 'teste'.:)

Obrigado a todos os que vieram aqui ler isto, meus 'beta testers' favoritos!;)

O boato

"O boato é um vício detestável, sobre ser pecado de arrastar as almas às portas do Inferno. E porquê? Porque gera a calúnia e a calúnia engendra a infâmia e das infâmias há-de Deus pedir-nos contas quando chegar a hora. Ver para crer, dizia S. Tomé, e se o dizia de santíssimas verdades, que razões temos nós para o não dizer da primeira atoarda que nos murmuram aos ouvidos?"

Carlos de Oliveira, in Uma Abelha na Chuva, 1977

quinta-feira, janeiro 14, 2010

ASSUMiTunes

(Retomo o blog. Depois de muitas pesquisas para tentar encontrar um lugar alternativo a este 'velho' Blogger cheguei à conclusão de que... Ainda não criaram um que me encha as medidas:)
Com a possibilidade que as redes sociais - como o Twitter e Facebook - criaram para que se divulgue um blog, voltou-me a vontade de aqui escrever. Infelizmente, vontade sem tempo de nada adianta. Mas ter vontade já é um início:) E a possibilidade de usar o telemóvel para actualizar o blog também ajuda um bocado, nomeadamente por nem sempre haver tempo para estar frente ao computador. Mas do telemóvel dificilmente se está longe hoje em dia.
A ver vamos se há tempo suficiente para esta nova vontade.)

Fechado este parêntesis, vamos ao que interessa e que dá nome a este artigo. Volto a estar no blog, logo, volta a haver ASSUMiTunes. Os conteúdos escritos podem não valer de muito, mas ao menos o som de fundo compensará. Foi sempre essa a ideia do ASSUMiTunes:)

Uma música que me arrepia a pele, de uns senhores que me fariam fazer mais de 500 km para cada lado para os ir ver:

ENSIFERUM!!!!!!!

(e para quem gosta de apreciar a mensagem:

For many years ago
He left his home behind.
No farewells or a note,
Like a thief he fled into the night.

Heart full of foolish pride,
He caused a death of his clans man
All prophesies he denied,
And now in exile he grieves.

Hear the call of the fallen ones
Wisdom of those whose time has gone
Live your life bravely my first born son,
On battlefields fight, don't run.

The wheel of time keeps turning
A boy becomes a man.
But still shame burns him.
At last he understands.

He heads back to his homeland.
He rides fast like a storm wind
But the flames in the horizon,
Tell there is only death to be found.

By the smoking ruins of his past life.
He raises his hands to the skies,
"Oh god of thunder,
God of my fathers,
Strike me down for what I've done!)

sábado, dezembro 13, 2008

ASSUMiTunes

Quem é que se lembra de compor músicas num estilo como este?
Quem é que se lembra de considerar isto um estilo de música?
Como é que há quem goste disto?
Como é que eu gosto disto?
Porque é que há tantas perguntas sem resposta?
Porque é que sempre assim foi e sempre há-de ser?
Quem é que me estragou o mighty mouse?
Bem... Acho que a esta sei a resposta...
Mas o que é que isso me adianta?

É triste não se poder conhecer tudo...

FUNERAL THRONE!


quinta-feira, novembro 20, 2008

"Stay Hungry, Stay Foolish"

Sou fã deste homem. Por variados motivos. Mas não sabia que algum dia ia tomar uma importante decisão na minha vida à custa dele. À custa deste discurso.
Algumas frases parecem chavões. Mas, no meu caso, porque ditas por ele, deixaram de o ser.

quinta-feira, junho 19, 2008

Iam ser campeões da Europa!

:P

Universidade do Porto

É impressão minha ou recebe mais correspondência do local onde me formei agora que estou desvinculado desse local, do que quando o frequentava?
E é sempre para nos fazer gastar dinheiro! Ou será também impressão minha!
Meus senhores, salvo raras excepções, não há dinheiro para frequentar as propostas (muito boas algumas, diga-se) que nos apresentam!
Proposta: para licenciados há menos de 3 anos, forneçam o acesso a essas formações através de um preço simbólico.

Sem mais de momento,
melhores cumprimentos,

quarta-feira, junho 18, 2008

Conhecem Nightwish?

Pois é! Eles têm um compositor chamado Tuomas Holopainen. Perdão. Hans Zimmer. ... bem... agora confundi-me...

:P

sábado, junho 14, 2008

Black Metal

Inevitavelmente cheguei à conclusão que a minha música favorita, é música satânica! Logo eu! E o pior é que não o posso negar.
Ouço 121 bandas de Black Metal. O estilo a seguir mais ouvido é Death Metal com 64 bandas. (Vejam a diferença!!!!) Pelo meio ainda há umas tantas 70 bandas que não consigo classificar e que defino simplesmente como "Metal".

Satânico! Eu! Quem diria! :P

segunda-feira, junho 02, 2008

Se for isto é fantástico!

É muito pouco provável que seja isto o iPhone 3G uma vez que nunca até hoje houve um segredo desvendado no que toca à Apple. Mas se desta vez houve uma fuga de informação, há que fazer um comentário: não tem GPS... :(



P.S.: o video tem uns efeitos muito pouco applezianos... Certamente que este não é o iPhone 3G...

quinta-feira, maio 22, 2008

ASSUMiTunes

A Finlândia leva mais uma vez Metal para o festival da Eurovisão! E desta vez é que realmente devia ganhar. Porque se quase sempre foi a voz que deu vitória ao concorrente, só agora a Finlândia leva um verdadeiro cantor ao espectáculo. Chama-se Jarkko Ahola.
Se o critério deste ano for o mesmo que o do ano passado, (ou há dois anos?) não há lá nenhuns Lordi que possam ganhar... Mas se quiserem uma boa voz -> Finlândia!

SUOMI FINLAND PERKELE!
TERÄSBETONI!
(o nome da música significa "O que os homens cavalgam")

Euro 2008

Por muito que não se sinta apelo pelas competições futebolísticas, é impossível ficar indiferente a um campeonato europeu de futebol. O ambiente é fantástico. Em Portugal só há uma coisa comparável: a final da taça. O ambiente à volta do jogo faz com que o resultado no fim não seja nem bom nem mau. É indiferente.
Ora, para participar no ambiente fantástico do Euro 2008, é necessário "puxar" por alguma das equipas que lá está. Assim, e porque todos os jogadores que lá estão vão em trabalho e, portanto, por dinheiro - e não para representar os seus países -, há que escolher os que, ainda assim, me conseguem "apelar ao sentimento".

FORÇA ČESKÁ REPUBLIKA!

sábado, março 15, 2008

Jogo de futebol

Em mais uma tentativa de tornar este blog útil de alguma forma, usem a zona de comentários para tentarmos marcar uma data para o jogo de futebol. Tenho dito.

quinta-feira, janeiro 03, 2008

O Santo

O santo Tomás Morus chamava aos advogados os "malabaristas de palavras". Concordo plenamente e compreendo que os advogados se regozijem tal classificação. Mas eu não me regozijo. Porque será?...

sábado, dezembro 08, 2007

ASSUMiTunes

Já chegava de metal semi-pesado. Agora um bocado de metal "a sério"! Black Metal do melhor! Só com uma particularidade estranha... Como é que uns americanos conseguem tocar Black Metal como este?!

COBALT!

Fiz o teste

E afinal não sou assim tão fanático pela Apple como os outros me fazem crer que sou. :P

54%How Addicted to Apple Are You?

sexta-feira, novembro 30, 2007

Vai começar a batalha :D

O ingresso no CEJ faz-se mediante concurso público, aberto por aviso publicado no Diário da República, para as fixadas relativamente a cada uma das magistraturas, judicial e do Ministério público.

Podem concorrer à formação inicial, como auditores de justiça, cidadãos portugueses (ou de Estados de língua portuguesa, com residência permanente em Portugal, aos quais a Constituição confira os mesmos direitos),que possuam há pelo menos dois anos, à data de abertura do concurso, licenciatura em Direito por universidade portuguesa ou habilitação equivalente, à face da lei portuguesa, e que reúnam os demais requisitos de ingresso na função pública.

O concurso público compreende a realização de testes de aptidão, desdobrados por uma fase escrita e uma fase oral. Os doutores em Direito estão isentos das fases escrita e oral e têm preferência sobre os restantes candidatos. Os assessores dos tribunais que reúnam requisitos específicos, previstos na lei (nomeadamente, três anos de exercício efectivo de funções com boa informação de serviço), estão dispensados das provas escritas.

Os testes de aptidão versam sobre as matérias constantes de aviso publicado com a abertura do concurso.

A fase escrita compreende: (a) Uma composição sobre temas culturais, sociais ou económicos; (b) A resolução de questões práticas de direito civil e comercial e de direito processual civil; (c) A resolução de questões práticas de direito criminal e de direito processual penal. Para as provas referidas nas alíneas b) e c), os candidatos podem recorrer a textos de legislação e a bibliografia de que sejam portadores. Cada prova da fase escrita é classificada na escala de 0 a 20 valores, sendo admitidos à fase oral apenas os candidatos que obtenham a classificação mínima de 10 valores em cada prova.

A fase oral compreende: (a) Uma conversação sobre temas de deontologia, metodologia e sociologia relacionados com a administração da justiça; (b) Uma discussão sobre direito civil e comercial e direito processual civil; (c) Uma discussão sobre direito criminal e direito processual penal; e (d) Um interrogatório sobre temas de direito constitucional, comunitário, administrativo, do trabalho e da família e menores. Cada prova da fase oral é classificada na escala de 0 a 20 valores. Na fase oral é realizada uma entrevista, por psicólogo, cujo resultado é expresso através da menção de Favorável ou de Não favorável. São excluídos os candidatos que não obtenham, em cada prova, a classificação mínima de 10 valores, bem como os que, na entrevista, não obtenham a menção de Favorável.

A classificação final corresponde à média aritmética das classificações obtidas nas provas da fase oral. Os candidatos aprovados são graduados em lista por ordem decrescente de classificação final, sendo admitidos à frequência da fase teórico-prática da formação inicial até ao limite das vagas existentes .

Os júris são constituídos, pelo menos, por três membros, de entre: a) Personalidades de reconhecido mérito no domínio do direito e da cultura, nomeadas pelo Ministro da Justiça; b) Magistrados designados pelo Conselho Superior da Magistratura e magistrados indicados pelo Conselho Superior do Ministério Público. Os presidentes de cada júri são nomeados pelo director do CEJ de entre juízes de tribunais superiores e procuradores-gerais-adjuntos, indicados pelos respectivos Conselhos Superiores.

quarta-feira, novembro 07, 2007

Opiniões diferentes

Neste blog este vídeo aparece num artigo cujo título indica que será uma coisa não-boa.
Não deixando de ter alguns aspectos que o podem ridicularizar face aos padrões ocidentais, eu acho-o fantástico!